Por Mageli Malheiros
Há muitos, muitos anos, numa linda floresta existia uma folhinha que se chamava esperança.
Certo dia a folhinha esperança conversava com sua amiga e vizinha.
A folha verde sua amiguinha ouviu-a atentamente.
Então, de repente, a folhinha esperança olhou para o céu fez um pedido:
–– Tenho vontade de transformar em um peixinho.
A folha verde fala:
–– Em um peixe! Por quê?
A folhinha esperança, respondeu:
–– Porque tenho vontade de morar nas profundezas do mar!
–– E as belezas naturais da terra? Falou a folha verde.
A folhinha esperança continuou a resmungar:
–– Mas estou cansada de tudo aqui na terra!!!
–– Do sol...
–– Uai, o sol que tanto ilumina e da vida, disse a folha verde.
A folhinha esperança, indignada:
–– Ah!!! O sol tem dia que sufoca de tanto calor.
–– E o vento... Insuportável!!! Estou a voar a qualquer hora...
A folha verde disse-lhe o seguinte:
–– Eu adoro o vento, sinto leve, livre e solta.
A folhinha esperança começa a ficar pensativa...
Então pensa, pensa, pensa...
A folha verde novamente com tua voz suave, falou:
–– Amo o brilho do sol, a lua, o canto dos pássaros e o suado som do vento. Ah! Como é bom morar aqui na terra!!!
E continuou a falar:
–– Morar no mar deve ser muito ruim. Não podemos ouvir o canto dos pássaros, o som da chuva, o arrepio do vento e sem contar o lindo brilho do sol!!!
A folhinha esperança concordou com sua amiguinha.
E assim, a partir daquele dia a folhinha esperança mudou completamente de ideia, aproveitou a beleza da terra e os infinitos fenômenos naturais sem reclamar de nada.
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