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quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Dicas de filmes

 



Temas variados

 

15 Filhos

(Brasil, 1996)

Direção: Maria Oliveira e Marta Nehring

Duração: 28 minutos

 

A invenção da infância

(Brasil, 2000)

Direção: Liliana Sulzbach

Duração: 26 minutos

 

A maior flor do mundo

(Portugal, 2007)

Direção: Juan Pablo Etcheverry

Duração:10 minutos 

 

A pequena vendedora de fósforos

(França, 1928)

Direção: Jean Renoir

Duração: 31 minutos

 

Acorda, Raimundo, acorda!

(Brasil, 1990)

Direção: Alfredo Alves

Duração: 16 minutos

 

Cada um com seu cinema

(França, 2007)

Direção: Theodoros Angelopoulos, Ethan e Joel Coen, Jean Pierre e Luc Dardenne,  Alejandro González-Iñárritu, David Lynch, Roman Polanski, Walter Salles, Lars Von Trier, Zhang Yimou, entre outros.

Duração: 119 minutos (34 curtas com, aproximadamente, três minutos de duração cada um)

 

Cartas da mãe

(Brasil, 2003)

Direção: Fernando Kinas e Marina Willer

Duração: 28 minutos

 

Crianças invisíveis

(Ítália, 2005)

Direção: Mehdi Charef Emir Kusturica, Spike Lee, Kátia Lund, Jordan Scott, Ridley Scott Stefano Veneruso, John Woo

Duração: 116 minutos

 

 Dona Cristina perdeu a memória

(Brasil, 2002)

Direção: Ana Luiza Azevedo

Duração: 14 minutos

 

 E a velha a fiar

(Brasil, 1964)

Direção: Humberto Mauro

Duração: 6 minutos

 

Referência: TEIXEIRA, Inês A. C. 100 filmes para o professor. Presença Pedagógica, Belo Horizonte, v. 19, n. 110, p. 68-76, mar./abr. 2013.

 


* Imagem retirada do Google Imagens.

 

 


quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

O papel do trabalho na formação humana na perspectiva do Filme “Os Croods”


                                                                                                                   Por Mageli Malheiros

        


         

            O filme “Os Croods” retrata a vida dos homens das cavernas em um período de fauna ancestral povoada de animais improváveis, como um cachorro com rabo de lagarto e até uma baleia terrestre. Há muito tempo uma família típica da pré-história constituída de seis membros como Grug o pai, Eep a filha, Ugga a mãe, Tunk o filho, Sandy a bebezinha e Vó, viviam em uma caverna, mas ao longo do dia saiam para caçar e durante a noite retornavam para sua moradia.
            A família “Os Croods” todos eram unidos, velozes na selva, principalmente na hora de caçar o alimento. O pai Grug desempenhava o papel maior, protetor perante os outros membros familiares, e sua principal regra era jamais sair da caverna durante a noite devido aos perigos do mundo.
            A caverna destruída pelas mudanças geográficas da região, e as regras que o pai Grug estabeleceu para “SOBREVIVER, transformou-se, ou seja, no filme a família utilizará de muitas estratégias, instrumentos não só para sobreviver, mas pela descoberta do viver, e contará com Guy, um jovem criativo, inventivo e inteligente. 
            E após a destruição da região habitável, e no ambiente novo, que “Os Croods” ficaram deslumbrados com a floresta e vivem novas descobertas, adocicado de muitas aventuras, emoções e sensações diferenciadas.
            Na jornada cotidiana dos primitivos Croods a descoberta do fogo criou-se novos hábitos na vida deles, como na preparação da alimentação que introduziu de certa forma o trabalho. Segundo Engels (1876, p.20), “O trabalho começa com a elaboração de instrumentos”. Na cena do filme em que Guy cria o sapatinho para Eep fica evidente a relação de trabalho (produção), pois o uso do sapato ajudou-a trilhar o caminho sem machucar os pés com espinhos.  
Na obra cinematográfica observa-se que a presença do trabalho tornou os personagens emancipatórios, principalmente na cena que Guy captura uma ave para servir de alimento. No decorrer do filme muitas invenções foram desenvolvidas, como a utilização da concha que ao assoprar alertava do perigo, uma maneira de se comunicar.
            A frase “Aquilo não era viver, era sobreviver” da personagem Eep merece destaque, pois viver é aventurar no mundo novo, conhecer coisas novas e mergulhar nos desafios. Ou seja, viver é crescer, produzir e impulsiona a humanidade na simples ação intencional.
            A animação contém várias cenas legais, como a de Guy que direciona a família apreciar as estrelas, e traz uma reflexão ao homem que pode criar coisas magníficas, mas algumas belezas naturais que nos rodeiam são impossíveis de produzi-las.

Referências:

ENGELS, F. Sobre o papel do trabalho na transformação do macaco em homem. In: RICARDO, Antunes (org). A dialética do trabalho. São Paulo: Expressão Popular, 2013.

* Imagem retirada do Google Imagens.