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sexta-feira, 29 de janeiro de 2021

A extensa produção literária de José Bento Monteiro Lobato



Por Mageli Malheiros


O escritor José Bento Monteiro Lobato tem uma vasta produção literária, ou seja, uma coletânea de histórias que deu maior prestígio ao autor, as obras infantis, em que destaco as suas histórias presentes nos livros didáticos no Brasil. Assim, as narrativas de Monteiro Lobato estão presentes nas escolas e utilizadas pelos educadores em determinados conteúdos, na hora do conto e nas referidas datas comemorativas, como o dia do livro, o folclore, entre outras. Autor da série O Sítio do Picapau Amarelo, o ilustre Lobato, conquistou as crianças e os adultos com as aventuras dos personagens folclóricos e em especial a inusitada Emília, a boneca falante. É importante que os educadores tenham uma visão completa das publicações originais para além dos textos fragmentados e presentes nos livros didáticos, é preciso ter múltiplos olhares na extensa produção literária de Lobato. Abaixo destaco algumas das publicações de Lobato:


Reinações de Narizinho (1921);

O Saci (1921);

Viagem ao Céu (1932);

Histórias do Mundo para Crianças (1933);

Caçadas de Pedrinho (1933);

Emília no País da Gramática (1933);

Geografia de D. Benta (1935);

Memórias de Emília (1936);

Serões de D. Benta (1937);

Histórias de Tia Nastácia (1937);

O Minotauro (1937);

O Poço do Visconde (1937);

 A Chave do Tamanho (1942);

Os Doze Trabalhos de Hércules (1944).



* Imagem retirada do Google Imagens.

sábado, 31 de agosto de 2019

A literatura viva e atrativa do livro lúdico


 Por Mageli Malheiros

Uma viagem pelo livro lúdico... Ao manusear o chamado livro lúdico ou livro brinquedo qualquer  seja a sua denominação que pode variar de acordo com o país, desperta ao leitor uma infinita imaginação pelo visual e formato, isto é, uma obra literária enriquecedora que possibilita um ilimitado brincar. Paiva (2013, p. 407), destaca que “muitos livros vão oferecer mensagens brincantes e não a imagem do brinquedo. Outros derivarão diretamente de brinquedos infantis e alguns se assemelharão em correspondências a jogos e a brinquedos comuns e agradáveis à infância”.
A cada página da obra lúdica, uma surpresa literária. O autor Jean Perrot usou a expressão de “Livro-Vivo”, mas conhecido também como pop-up “aquele que salta a imagem para fora”, ou sensorial, livro de jogos, independente de sua denominação, a literatura infantil lúdica é formadora de conhecimento. “Muitos, em sites, blogs e bibliotecas, ainda se referem ao livro-brinquedo como ‘livro interativo’. Outros, apenas reduzem o livro-brinquedo ao termo pop-up” (PAIVA, 2013, p.80).
Os livros lúdicos propiciam ao leitor uma leitura dinâmica tátil-visual e gradativamente a cada página uma infinita curiosidade recheada de muita emoção.

PAIVA, Ana Paula. Um livro pode ser tudo e nada: especificidades da linguagem do livro brinquedo. 2013. 739 f. Tese (Doutorado em Conhecimento e Inclusão Social) - Faculdade de Educação: Universidade Federal de Minas Gerais, Minas Gerais, 2013.

REVISTA Horizonte. Disponível em: < https://revistahorizontes.usf.edu.br/horizontes/article/viewFile/507/292>. Acesso em: 27 de ago. de 2019.













* Imagens fotografas de arquivo pessoal.

sexta-feira, 28 de junho de 2019

A evolução dos contos maravilhosos




Por Mageli Malheiros



Era uma vez... um conto clássico infantil Chapeuzinho Vermelho que marcou a infância de várias crianças. O livro Chapeuzinho Vermelho incluído no gênero literário conto maravilhoso desprende o leitor das leis naturais que regem o planeta terra. A obra de Chapeuzinho Vermelho publicado inicialmente por Charles Perrault tem novas versões/traduções o que permite ao público-leitor uma viagem fantástica no ambiente mágico das infindáveis histórias.
Os contos maravilhosos instigam a imaginação do leitor, a história ocorre em um tempo indeterminado e o cenário pode ser reinos, castelos, bosques e florestas, os personagens são seres maravilhosos como reis, rainhas, príncipes, princesas, camponeses, bruxas e madrastas. No início, as obras clássicas de Chapeuzinho Vermelho direcionadas a outro público, mas depois foram adaptadas para as crianças. As versões dos livros Chapeuzinho Vermelho com outras abordagens de histórias surgem como alternativa motivadora ao leitor a mergulhar a cada nova história. 
                                                                                        









terça-feira, 28 de agosto de 2018

A folhinha esperança




Por Mageli Malheiros


            Há muitos, muitos anos, numa linda floresta existia uma folhinha que se chamava esperança.
            Certo dia a folhinha esperança conversava com sua amiga e vizinha.
A folha verde sua amiguinha ouviu-a atentamente.
Então, de repente, a folhinha esperança olhou para o céu fez um pedido:
           ­­–– Tenho vontade de transformar em um peixinho.
            A folha verde fala:
–– Em um peixe! Por quê?
            A folhinha esperança, respondeu:
            ­­–– Porque tenho vontade de morar nas profundezas do mar!
            ­­­­–– E as belezas naturais da terra? Falou a folha verde.
A folhinha esperança continuou a resmungar:
            –– Mas estou cansada de tudo aqui na terra!!!
            –– Do sol...
            –– Uai, o sol que tanto ilumina e da vida, disse a folha verde.
A folhinha esperança, indignada:
            –– Ah!!! O sol tem dia que sufoca de tanto calor.
–– E o vento... Insuportável!!! Estou a voar a qualquer hora...  
 A folha verde disse-lhe o seguinte:
–– Eu adoro o vento, sinto leve, livre e solta.
A folhinha esperança começa a ficar pensativa...
            Então pensa, pensa, pensa...
A folha verde novamente com tua voz suave, falou:
 –– Amo o brilho do sol, a lua, o canto dos pássaros e o suado som do vento. Ah! Como é bom morar aqui na terra!!!
E continuou a falar:
–– Morar no mar deve ser muito ruim. Não podemos ouvir o canto dos pássaros, o som da chuva, o arrepio do vento e sem contar o lindo brilho do sol!!!
A folhinha esperança concordou com sua amiguinha.
           E assim, a partir daquele dia a folhinha esperança mudou completamente de ideia, aproveitou a beleza da terra e os infinitos fenômenos naturais sem reclamar de nada.