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sexta-feira, 30 de abril de 2021

Educar é...

 

Tiba afirma que,

 

Educar uma criança é também ensiná-la a administrar o seu tempo para cada atividade. Fazer algo, mesmo de que não goste, ou seja, fazer por obrigação, por dever, é algo que a criança precisa também aprender (2013, p. 59). 

 

Referência: TIBA, Içami. Disciplina: limite na medida certa. São Paulo: Integrare Editora, 2013.





* Imagem retirada do Google Imagens.


segunda-feira, 31 de agosto de 2020

A Arte da Guerra



Por Mageli Malheiros



O livro a Arte da Guerra de Sun Tzu aborda diversos ensinamentos de estratégias militares eficazes, traz inúmeras recomendações valiosas para ser um excelente líder, ou seja, orienta ser um guerreiro vitorioso durante um combate, mas ressalta a importância de preservar a paz. A obra destaca a importância do autoconhecimento e pontua de maneira clara o uso da disciplina como essência num processo de uma guerra, em que o chefe independente dos erros e acertos precisa ver o que não está visível. O benefício de grandes resultados, seja de erros e acertos numa batalha, é identificar os pontos fortes e fracos do seu adversário, como também a necessidade de primeiro conheci a si mesmo. A leitura do livro conduz o homem a ser inteligente e observador em qualquer diferente situação imposta, principalmente a lidar com a emoção com atitudes precisas e racionais. Enfim, as estratégias de Sun Tzu são extraordinárias e criativas, então, “não arriscando não se vence!” (TZU, 2016, p.111/112).

TZU, Sun. A arte da guerra. ‘Tradução de José Sanz’. 56. ed. Rio de janeiro: Record, 2016.




terça-feira, 29 de outubro de 2019

O Mistério dos Morros Dourados






   Por Mageli Malheiros

Resenha no: www.skoob.com.br   - Usuário: (Gel)







A obra é recheada de muitas emoções em torno de uma expedição situada nos sertões com os personagens Tonico, Tio Juvenal, Perova e um índio Pixuíra, entre outros. Aventuras entre os caminhos são infindáveis nas florestas e nos muitos rios. Na trajetória dos aventureiros a exuberância da natureza é extremamente enriquecedor na fauna e flora. “... tudo tão claro e alegre. Na verdade sentia enorme disposição e via a natureza vestida de muito verde, muito azul e muito ouro!...” (MARINS, 1993, p. 101).

Uma narrativa misteriosa em que a descoberta dos chamados Martírios1 coloca no trajeto dos personagens muitos desafios inesperados. “... uns morros de formas esquisitas. ... um estranho metal brilhante, que exercia grande fascinação sobre todos..." (MARINS, 1993, p. 95).

No longo caminhar da trama muitas curiosas surpresas na presença marcante do personagem indiozinho Pixuíra entre as caçadas perigosas, rituais, profecia, segredos e os infinitos costumes culturais indígenas presentes. O livro possui alguns parágrafos de palavras novas, quer dizer, um linguajar diferenciado entre os personagens o que proporciona ao leitor um acrescimento no vocabulário. Trata-se de uma obra com diversos capítulos, alguns curtos, mas com os títulos chamativos a cada capítulo. Recomendo a leitura.

1 “Lugar estranho, nos sertões do oeste brasileiro, visto na época do bandeirismo...” (MARINS, 1993, p. 127).

Referência: MARINS, Francisco. O mistério dos morros dourados. 5. ed. São Paulo: Ática, 1993.


quarta-feira, 29 de maio de 2019

As Dores da Seca





Por Mageli Malheiros


O livro retrata as penúrias da seca de 1939, autora destaca por meio da história de Severino e Filó diante de uma estiagem numa localidade com absoluta falta de chuva. A obra estruturou-se com muitas nuances, hábitos e costumes do sertanejo, com a presença do linguajar típico dos habitantes dos rincões do sertão.
A escritora discorre o texto também em forma de poesias e contextualiza uma realidade cruel da seca, situado no sertão da Bahia, por meio do personagem principal o matuto Severino.
O livro “As Dores da Seca” textualiza as histórias de vida daquela gente sofrida, onde o enredo é torno da família Severino e Filó. “O tempo passava, só a seca persistia no sertão sofrido com a falta de chuva. O sol escaldante, a terra rachada, o mato seco, a criação morrendo, a água cada dia mais difícil, a desnutrição aumentando, a fome trazendo a morte, só o sertanejo permanecia forte”(SANTOS, 2014, p.87). 
Uma narrativa em que o sertanejo labuta, sofre, espera, ou seja, acima de tudo sobrevive. Enfim,  autora usa palavras sábias ao descrever que nada desanima o homem da caantiga.

Sobre Autora: Terezinha Teixeira Santos, natural de Guanambi-Bahia, possui diversos trabalhos literários publicados em busca  de valores culturais da sua terra natal.

Referência: SANTOS, Terezinha Teixeira. As dores da seca. 3. ed. Guanambi: Gráfica Giordani, 2014.




quarta-feira, 27 de março de 2019

OH! PÁTRIA AMADA BRASIL






Por Mageli Malheiros


O livro Meninos Sem Pátria do autor Luiz Puntel retrata a história de uma família inspirado no caso do Jornalista José Maria Rabelo, que perseguido pela ditadura é obrigado exila-se do país. Os personagens são Zé Maria (pai), Tererê (mãe), e os filhos Marcão, Ricardo, Pablo (nascido no Chile) e de Nicole (nascida na França), uma família que deixa sua pátria amada Brasil para viver em outros países, é evidente que o sistema político brasileiro da época não permitia a liberdade de expressão. A história Meninos Sem Pátrias nos proporciona reflexões, sobre a ditadura, e  de como a política interfere no dia a dia das pessoas, a importância de outras culturas e o dever de respeitá-las, o forte patriotismo brasileiro e suas características físicas do país de origem,  e a questão da união familiar que superou todas as dificuldades até a volta ao Brasil.


Referência: PUNTEL, Luiz. Meninos sem pátria. 14. ed. São Paulo: Ática, 1994.

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Coração de Onça






Você já ouviu falar dos bandeirantes? Eram homens que levavam uma vida de aventura, penetrando nas matas à procura de ouro e pedras preciosas. Neste livro você vai conhecer de perto a vida desses aventureiros, acompanhar a história do jovem Antônio Castanho, que resolve tomar parte de uma bandeira em minas de Potosi, no interior da Bolívia. Tudo por causa da decepção com a mulher que ama. Episódios de muita ação se apresentam em todas as páginas de Coração de Onça, uma expedição espetacular com contatos nem sempre amistosos com os índios e ataques de animais selvagens.


Alguns trechos do livro:


“Andarei mil léguas no mundo com tua imagem no coração”. p. 13

“Mas naquela manhã estava decidido: declarar-se-ia!... E chicoteava o cavalo para fugir de sua vergonha. Mas esta seguia com ele, escanchada na garupa...”. p. 18

“E Antônio saiu a passos firmes, batendo a chibata na bota de cordovão e caminhando ao encontro de Mafaldo, o mestiço”. p. 29

“Sabina olhou para Mafaldo com maior desconfiança, puxou Antônio para o lado e cochichou-lhe:
— Vieram fazer testamento do senhor seu pai...”. p. 30

“Em conseqüência da falta de papel, eu, Diogo de Lara e Morais, escrivão da bandeira, encerro aqui este diário sobre a jornada que o capitão Luís Castanho de Almeida emprendeu ao Mato Grosso dos goiás, no dia 10 de outubro do ano de 1671, e que Deus Nosso Senhor há de levar a bom termo”. p. 45

“Na noite desse dia, a bandeira, que se embenhara na selva sob o comando de Luís Castanho, ia dormir, pela primeira vez, em pleno sertão de Anicuns”.  p. 50

“Só Antônio, dentro do rancho, não participava da alegria coletiva. Joaquim, que se esforçava sempre por fazer-lhe companhia, o animava, dizendo:
— Fale com o pai agora”. p. 55

“Quando, na claridade do dia, os atacantes derem uma trégua, me sepultem no terreiro numa sepultura bem rasa... e então...”. p. 63 

“... — Cubram minha sepultura com brasas... O fogo contínuo, aplicado em cima, é necessário para consumir minhas carnes...”. p. 63

“— Depois de vinte dias... desenterrem... limpem e lavem meus ossos... embrulhem num lençol... e levem para Parnaíba para serem enterrados... no jazigo... ao pé ... do altar da Senhora... do Rosário... Prometem?” p. 64

“E, como sempre, a imagem de Luzia caminhava com ele. No seu coração tempestuoso, os sentimentos se alternavam, instantâneos e freqüentes como relâmpagos”. p. 91

“Antônio Castanho estava aturdido com os pregões e deslumbrado com o esplendor oriental daquela feira. Eram odres de azeite, surrões de mel, fangas de trigo, cabaças de chicha, botijas de vinho, peles de alpaca, vicunha, chinchila, gaiolas com pássaros de vistosas plumagens, galinhas, cordeiros...”. p. 105-106

“— Não se pode saber se não há indicação. O chão da igreja é todo um só tumulo, de tantos jazidos...”. p. 108

“... — É prata derretida? Gregório soltou uma gargalhada.
— É azougue, ó homem! Não sabia que este metal é líquido? — Não sabia! Respondeu Antônio, sem se cansar de dar palmadas no mercúrio”. p. 111

“Antônio Castanho, porém, não desmentiu, nem um só momento, sua fibra de bandeirante que não media tempo nem espaço nem sacrifício em sua empreitada”. p. 117

“A lembrança de Luzia Mendonça ainda seria bastante para afastar de seu coração qualquer outra imagem?!” p. 119 

“Examinou a pedra escura de minério de prata, conhecida pelo nome de tacana e, erguendo o braço, exclamou:
— Tacana! Tacana! Tacana!” p. 127

“No fim da festa, Antônio Castanho comunicou a Viegas o seu propósito de regressar a Parnaíba. Gregório empalideceu, ouvindo a comunicação”. p. 133

“Sou Luzia Mendonça, sim, filha de Luzia Mendonça e Timóteo Leme...”. p. 137
“Confiante, Luzia aninhou-se, então, em seus braços vigorosos como num refúgio há longo tempo sonhado, enquanto Antônio, num transbordo de ternura, compreendia, pela primeira vez, o motivo porque acabara cedendo ao impulso de adquirir o vestido de veludo...”. p. 143  

Referência: FONTES, Ofélia; FONTES, Narbal. Coração de onça. 9. ed. São Paulo: Àtica, 1994.


quinta-feira, 25 de outubro de 2018

ESCRITOR DE LITERATURA INFANTIL




Por Mageli Malheiros

O livro Escrever para Crianças: tudo o que é preciso saber para produzir textos de literatura infantil de Silvia Adela Kohan pontua como ser um grande escritor, autora faz diversas recomendações atrativas para chamar atenção do público-infantil, em que a imaginação é essencial no processo do ato da escrita. O livro exemplifica as narrativas tradicionais: prós e contra, os diferentes gêneros, a questão da idade do leitor, tipos de narrativa, ilustração, entre outros.  O livro aborda as questões fundamentais para a produção de um livro numa linguagem simples, rica e com referências de outros autores. Fascinar a criança exige uma infinita imaginação criadora correspondente a uma autencidade e paixão pela escrita.

Referência: KOHAN, Silvia Adela. Escrever para crianças: tudo o que é preciso saber para produzir textos de literatura infantil. ‘Tradução Gabriel Perissé’. Belo Horizonte: Gutenberg, 2013.










sábado, 19 de agosto de 2017

Recomendo





Por Mageli Malheiros





O livro “As crianças aprendem o que vivenciam” de Dorothy Law Nolte e Rachel Harris é uma obra fascinante que traz belos ensinamentos para os pais relacionarem com os seus filhos, além de ter uma linguagem simples e com princípios educacionais que também serve de subsídios ao professor e de modelo para qualquer pessoa em determinada situações em torno da sua profissão. Enfim, é um livro que fornece orientação exemplificada em torno de como educar filhos, o que direciona uma aprendizagem significativa aos pais.




REFERÊNCIA: NOLTE, Law Dorothy; HARRIS, Rachel. As crianças aprendem o que vivenciam. 'Tradução de Maria Luzia  Newlands da Silveira'. Rio de Janeiro: Sextante, 2009.


terça-feira, 13 de junho de 2017

Uma boa leitura...




Por Mageli Malheiros



Além do gibi (revista em quadrinhos) tenho como sugestão de leitura “o manual” que é um livro de capa dura com diversas páginas no formato da revistinha em quadrinho. Para exemplificar tem a turma da Mônica em que é constituída pelos os personagens:  a Mônica, o Cebolinha, a Magali, o Cascão, entre outros. O manual geralmente tem um personagem principal em que a história é recheada de informações legais de um determinado tema e com ilustrações incríveis. É muito interessante para criançada viajar pelo mundo da leitura.

















* Imagens retiradas do Google Imagens.